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Surdo

Enquanto crianças e jovens com deficiência ou deficientes visuais podem às vezes ser matriculados em escolas regulares (com apoio de auxiliares como cadeiras de rodas ou braille), crianças deficientes auditivas precisam de professores especiais que possam ensinar em linguagem de sinais. Eles também têm que praticar sua linguagem juntos. Além disso, eles aprendem o American Sign Language (ASL). Na Guiné-Bissau é utilizada a língua de sinais portuguesa.

Desde 1999, a CBR Effata oferece educação primária para crianças com surdez ou distúrbios auditivos. A política foi alterada em 2015. Em vez de “educação especial”, agora é dada “educação inclusiva”, o que significa que as crianças com e sem deficiência recebem lições da mesma classe.